quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Rafael Lima em (18/12/2103) diz que adorou o livro Tambores da Terra Vermelha

Rafael Lima 


para mim
Olá, meu nome é Rafael de mendonça, sou um grande fã seu! E queria saber se você tem alguma comunidade na rede social no facebook, adorei seu livro "Tambores da Terra Vermelha", adoraria ver os comentários :D 
Antonio Francisco de Jesus 
para Rafael




Ok Rafael, que bom  que (de quando em quando) descubro alguém que ainda ler por aqui. Obrigado por ter lido "Tambores..." e por ter me dado retorno. Você é um ser raro. 
Vamos então ser amigos no facebook, onde me chamo "Antônio Francisco Jesus" .

As considerações feitas por leitores sobre os livros que escrevi estão nos blogs a seguir relacionados:

www.tamboresdaterravermelha.blogspot.com.br  (Tambores da Terra Vermelha).

www.afjsaracura.blogspot.com.br (Os  Tabaréus do Sítio Saracura).

www.meninosquenaoqueriamserpadres.blogspot.com.br (Meninos que não queriam ser padres).

www.minhaqueridaaracajuaflita.blogspot.com.br (Minha Querida Aracaju Aflita).


sábado, 7 de dezembro de 2013

VENDA OU COMPRA DO LIVRO "TAMBORES DA TERRA VERMELHA"






251 páginas, 1. Edição em 2013, contos
isbn 978-85-911889-1-8



VALOR, JÁ COM FRETE POR VIA COMUM, PARA TODO O BRASIL : 30,00 (TRINTA REAIS).

FORMA DE PAGAMENTO: transferência bancária antecipada a ser acertada no ato da compra.

A COMPRA DEVE SER FEITA ATRAVÉS DO EMAIL: afjsaracura@ig.com.br ou pelo telefone 79-99883700


O livro resgate o jeito de viver de pessoas  originadas da zona rural de Itabaiana, especialmente do povoado Terra Vermelha, que serve de cenário para a maioria dos contos.  Caracteriza os anseios (algumas vezes), o conformismo (em outras), a luta renhida (sempre) desse povo bravo. Ao final o leitor fica com a sensação de que viveu cada momento lá também, saboreou as alegrias e se fortaleceu até com as pequenas derrotas. E cada personagem  passa a ser seu amigo pelo resto da vida.
Sobre o livro escreveu Vladimir Souza Carvalho (da Academia Sergipana de Letras):  “ O som não é de um tambor, nem de dois, nem de três, nem de número algum.  Esse som é de uma orquestra sinfônica.  E acrescente-se, não é barulho, nem som solitário, é de música, e, melhor ainda, da boa. É assim que encaro “Tambores da Terra Vermelha”, novo livro de Antônio Saracura”.  Veja a íntegra da resenha e outras (de outros leitores) em “www. tamboresdaterravermelha.blogspot.com”.
 


sábado, 26 de outubro de 2013

Tambores foi lido por Frei Antônio Gois,ofm



Enail do dia 22/10/2013

José Antônio da Góis



          Amigo escritor Saracura, embora envergonhado pela demora no envio de minhas impressões sobre o seu valioso livro TAMBORES da TERRA  VERMELHA, estou inicialmente pedindo mil desculpas. Na minha idade(81 anos), nem sempre faço o que quero, mas o que me é possível. Além do mais, tenho quase 54 anos de muitas atividades em 8 estados do nosso imenso Brasil. De outro lado, tenho muito que me alegrar  pelo fato de ainda dispor de energias para tanta atividade, embora um pouco mais devagar.
          Mas, vamos agora ao seu ótimo livro. Eu o li num abrir e fechar de olhos. Ele é agradável na forma e no conteúdo. É ótimo ocupar-me com livro como este seu. Deve escrever  mais. É tudo assunto sadio. Meus parabéns! Anotei muitas palavras da gíria local. Aos poucos vou tentar descobrir o significado do que não conheço. Desde os meus 12 anos de idade, minha vida tem sido muito fora de Sergipe. A 9 de março do ano passado foi que voltei a Sergipe, disposto  a ser transferido daqui só quando for naquele envelope duro. Será a transferência dada pelo Pai do céu. Fato é que não conheço todas as palavras da gíria sergipana e ceboleira.
          Durante a leitura, de vez em quando, eu me transportei para o Vale Grande, lá entre Moita e Capunga. Antes de seguir a caminho da vocação franciscana, passei muitas vezes pela Terra Vermelha, na direção de Itabaiana. Ia e voltava a pé com minha mãe.
          Eu gosto demais de livro. Se, aos sete anos já tinha uma pequena enxada para o trabalho, hoje minha "enxada" são os livros para "cavar" e aprofundar muitos assuntos do meu interesse a serviço da pastoral.Seu livro me lembrou muito Jorge Amado e seus assuntos sobre o sul da Bahia. Então, afinal, temos um Jorge Amado sergipano, itabaianense,ceboleiro da Terra Vermelha. Escreva outros livros! Meus parabéns!
          Um abraço de parabéns e incentivo para escrever mais,
           Frei Antônio Góis, Ofm. 

Antonio Francisco de Jesus <afjsaracura@ig.com.br>



Caro Antônio Gois,

Há maior pagamento para o escritor do que ser lido e, mais ainda, saber que o leitor sentiu-se bem lendo? E ainda mais, o leitor vir contar-lhe que valeu a pena ter lido o livro?
Muito obrigado. Eu gostei muito de sua mensagem. Me animou a continuar.
Um grande abraço. Sua bênção!
Antônio  

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Vladimir Souza Carvalho escreve sobre Tambores





                               OS TAMBORES DA TERRA VERMELHA
Vladimir Souza Carvalho /// Membro das Academias Sergipana e Itabaianense de Letras.
O silêncio se quebra porque o barulho é forte. Mas, não é barulho de bomba, nem de trio elétrico, nem de aparelho de som embutido em carro da mocidade festeira, nem de buzina de veículo. Aliás, não é nem barulho, mas som ritmado que os satélites e radares secretos apontam para a Terra Vermelha, embrenhada na Itabaiana dos nossos amores, e, então, as mensagens, que os serviços de inteligência trocam, direcionam para o ponto chave: o barulho é provocado por tambores. Bom, tambores, bem mais marcial, bem mais selvagem que a minha percepção calculava. Era capaz de jurar por todos os santos que figuram nos altares da Matriz de Itabaiana que, em verdade, os serviços de inteligência estão errados: o som não é de um tambor, nem de dois, nem de três, nem de número algum. Esse som é de uma orquestra sinfônica. E, acrescente-se, não é barulho, nem som solitário, é música, e, melhor ainda, da boa.
É assim que encaro Tambores da Terra Vermelha, último livro de Antonio Francisco de Jesus [Aracaju, Info Graphics Gráfica e Editora, 2013, 252 pp], continuação implícita da saga iniciada com Os tabaréus do Sítio Saracura, superlotado pelos casos vistos e vividos, no desfile de fatos e de pessoas, na vida monótona e difícil dos que não conseguiam se situar além de sua propriedade, trazendo à tona ocorrências corriqueiras, como a aquisição de uma carroça de burro, a compra de um jipe, entre outras, que ganham sal e pimenta com a sua exposição, como se fossem os fatos mais fantásticos e inusitados do mundo.
  O autor, na pele de quem teve de voar para se libertar do campo, batiza o narrado como contos. No momento de espremer o limão, o sumo que cai é outro, na exposição de um cenário com raízes firmadas na reiteração hoje do dia de ontem, englobando aquilo que, dentro de casa, no interior da propriedade, nas estradas para Itabaiana, ontem se fixou em sua mente, a ponto de hoje, transforma-los num excelente prato para a sociologia da história privada da Itabaiana rural, na abundância de situações e circunstâncias, que mostram como, até bem pouco tempo, uma família numerosa, como quase todas, se movia no seu dia a dia e no que ocorria ao seu redor.  
Antonio Francisco de Jesus, de memória privilegiada, é um autêntico filho da Terra Vermelha, homem que a infância modulou, e nem os estudos em seminário e em curso superior, nem a vida na cidade grande, nada o libertou da característica de tabaréu do sítio Saracura. Contudo, se a natureza não lhe concedeu vocação para,  também, como o pai, ser agricultor e vendedor de farinha na feira do Aracaju, o fez leitor de bons livros, e, depois de muita leitura, escancarou as portas para a arte de escrever, enchendo-o de talento para contar as vivências da infância e outras mais, o que torna sua narrativa mais real e importante, porque é um homem do interior que fala de seu mundo, sem ocultar nenhuma víscera.
Evidentemente que Tambores da Terra Vermelha é muito mais do que essas palavras traduzem. É só lê-lo para constatar a veracidade do afirmado. 
Correio de Sergipe, 28 de setembro de 2013.